[Exemplo de Sucesso] Professora deixa sala de aula e vira empreendedora de sucesso!

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Carolina Leão deixou a sala de aula para produzir arte e empreender. 

professora de sucesso

Se expressar. Esse era o desejo da artesã Carolina Leão, de 41 anos, quando saiu da Escola de Belas Artes na década de 90. Ela se formou em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e foi direto para a sala de aula despertar o senso criativo em crianças do ensino fundamental.

Mas a oportunidade de criar e ser reconhecida falou mais alto. Carolina precisou deixar a sala de aula para dar dedicação exclusiva à arte feita com papel machê, papietagem e pintura artística. Hoje, a professora de artes virou artesã profissional e já distribui suas peças para outros estados.

Leia também a história:

Abrir mão do que fazia com tanto carinho e apego não foi fácil, mas, depois de cinco anos dando aula, Carolina viu em um hobby a chance começar um negócio. E deu certo. “Na faculdade aprendi usar fibras, resinas e até pedras. Mas eu não tinha esses materiais e precisava me expressar. O que eu tinha era o papel. Vi no papel a forma mais rápida e acessível para fazer minha arte”, lembra.

A peça que deu forma ao trabalho da artesã logo no início da carreira foi a Bela África, uma escultura de mulher negra estilizada com pintura e grafismo que lembram a cultura do continente. “A partir dela que eu comecei a criar. Ela fez com que nascesse outros trabalhos com o mesmo design. Foi o ponto de partida. Eu vinha fazendo várias peças e ela surgiu”, conta orgulhosa.

Carolina, então, confeccionou algumas peças e resolveu apresentar ao Instituto Mauá, onde recebeu apoio para comercializar as esculturas. Foi de lá também que saiu a indicação para participar da Rodada de Negócios – evento que reúne empresários de vários estados – promovida pelo Sebrae. O trabalho de Carolina ganhou visibilidade e ela começou a fazer parceira com lojistas de diversos lugares. Foi quando, além da Bahia, ela passou a comercializar para o Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo.

“Não estava conseguindo conciliar e não queria comprometer nenhum dos dois trabalhos. Os dois exigem uma preparação. Gostava de ter ideias e levar para meus alunos, mas como o meu trabalho de arte estava crescendo tive que escolher”, diz.

Em 2010, convencida pelo Sebrae a se formalizar, Carolina se tornou uma microempreendedora individual (MEI). Voltou a participar das Rodadas de Negócios e, dessa vez, conheceu um representante de arte que levou seus produtos para lojas da H.Stern. “Outras pessoas passaram a se interessar, pois viram uma marca conhecida. As empresas querem comprar de pessoas que tenham CNPJ, são exigências do mercado”, pontua.

Conheça a história:

Atualmente os produtos da ex-professora marcam presença em lojas de arte que ficam nos principais pontos turísticos baianos. Ela fornece para lojas como Brasil Açu (Praia do Forte), Oropa (Rio Vermelho) e Jade Artesanatos (Morro de São Paulo).

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